
30 de dez. de 2025
No mês de Dezembro, Eliane Schlemmer, a coordenadora geral do projeto, teve a alegria de representar o coletivo-conectivo formado por 54 pesquisadores — pós-doutorandos, doutorandos, mestrandos e bolsistas de Iniciação Científica (PDTI 2, 3, 4 e 5) que em conexão com a cidade de São Leopoldo, a biodiversidade, o poder público, a Universidade, Escolas, diferentes tecnologias, plataformas digitais e inteligências artificiais tecem ecologias conectivas de aprendizagem, pesquisa e cidadania.
Nosso coletivo compreende a pesquisa como um processo vivo e conectivo, no qual humanos, não humanos, territórios, tecnologias digitais e inteligências artificiais aprendem e produzem conhecimento em co-emergência.
É dessa trama que emerge o Ecossistema Inteligente da Cidadania Viva — um ecossistema que não separa ciência, vida e território, mas os conecta como condição para enfrentar os desafios climáticos contemporâneos.
Na ocasião, ela compartilhou o percurso dos primeiros oito meses da pesquisa, financiada pelo Edital nº 06/2024 – Programa Desastres Climáticos (FAPERGS), evidenciando como a produção de conhecimento em contextos ecologicamente conectados pode gerar respostas éticas, colaborativas e sustentáveis frente às crises climáticas.
Seguimos apostando que pesquisar é eco-habitar o problema, é aprender com o território e inventar futuros possíveis em rede.